Mostrar mensagens com a etiqueta ruibarbo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ruibarbo. Mostrar todas as mensagens

13.6.15

Posso provar, Mãe?


Já não é a primeira vez que cá por casa aparecem receitas com frutos vermelhos, isso sim, normalmente são congelados, o que não causam tanta curiosidade nos pequenos.

Para esta quinzena no Dorie às Sextas a sugestão tinha ruibarbo. Coisa nunca vista à venda aqui pela Sibéria e por casualidade andava perdido no congelador um saquinho de ruibarbo. A quantidade não era a pedida pela receita, daí que aproveitei para juntar framboesas e mirtilos, aos morangos e ruibarbo da receita.

Quando andei a tirar fotografias o Tomás não me ligou nenhuma, enquanto que a Maria estava muito curiosa, Ora prova aqui, ora prova ali, e fizeram uma festa com estes pequenos frutos. Eu cá para mim estavam mais emocionados com as cores deles. 







A Maria é muito mais curiosa que o irmão e quando me vê de máquina na mão no cantinho do costume, já sabe o que ando a fazer. Então anda sempre à minha volta e faz um milhão de perguntas e eu entre click e click tento explicar. Acho piada quando experimenta novos sabores e depois, porque não gosta, olha para mim e diz com cara de pena: Oh Mãe, olha que eu não gosto muito! É sempre uma aventura trazer novos sabores e texturas. Eles são sem dúvida os meus maiores critícos e sei que quando gostam, gostam mesmo e não se cansam de pedir para que se repita.


Esta receita tinha esse segredo. Duas texturas diferentes e uma mistura de sabores absolutamente incrível. O toque do gengibre é muito subtil fazendo com que se realce o sabor da fruta. Não tinha a quantidade de ruibarbo suficiente, com muita pena minha, ainda assim, o resultado é simplesmente delicioso!



Strawberry-rhubarb double crisp 
(Receita retirada do livro Baking de Dorie Greenspan pag. 420)
Tradução: Susana Figueiredo


Ingredientes:

Para o crisp:

- 130 gramas de farinha
- 150 gramas de açúcar amarelo
- 100 gramas de flocos de aveia
- 1/2 colher de chá de gengíbre em pó
- 1 pitada de sal
- 1 pequena pitada de canela
- 50 gramas de nozes, picadas finamente
- 40 gramas de gengibre cristalizado, picado finamente
- 120 gramas de manteiga, derretida e arrefecida



Para o recheio:
- 150 gramas de ruibarbo congelado
- 3 colheres de sopa de amido de milho
- 125 ml de água fria
- 250 gramas de morangos fatiados
- 75 gramas de framboesas
- 75 gramas de mirtilos
- 75 gramas de açúcar
- 1/2 colher de chá de gengibre moído
- 1 colher de chá de extrato de baunilha





Execução:

Para o crisp:
Centrar uma grade no forno e pré-aquecê-lo a 175ºC. Colocar um pirex quadrado com 23 cm de lado num tabuleiro forrado com papel vegetal ou um tapete de silicone.
Colocar a farinha, o açúcar, a aveia, o gengibre, o sal e a canela numa taça e misturá-los com os dedos, tentando desfazer qualquer grumo de açúcar. Misturar as nozes e o gengibre cristalizado e juntar a manteiga derretida. Misturar tudo com um garfo até todos os ingredientes estarem bem humedecidos. Deitar metade da mistura na forma e calcar levemente os ingredientes até formar uma base grossa. Reservar.



Para o recheio:
Colocar o ruibarbo congelado directamente sobre a base. Dissolver o amido na água fria e reservar. Levar os morangos, os mirtilos, as frambuesas, o açúcar e o gengibre ao lume num tacho médio e esmagar uns quantos morangos. 
Levar a lume médio, mexendo ocasionalmente, e deixar ferver. Continuar a mexer durante cerca de 3 minutos, até o recheio estar grosso e transparente. Retirar do lume, misturar a baunilha e deitar sobre o ruibarbo. Deitar o restante crisp sobre o recheio, espalhando-o com os dedos para ficar uniforme.
Levar ao forno durante 60 minutos ou até a cobertura estar dourada e o doce a borbulhar pelos lados da cobertura. Deixar arrefecer e servir morno com uma bola de gelado de baunilha ou crème frâiche.






Não tinha o tabuleira quadrado de 23 cm, nota-se não se nota? Como tal decidi colocar em ramequins. Assim não tive que andar cá a cortar e as tacinhas até são muito mais fotogénicas.

Apesar de ser uma variante da receita, é sem dúvida daquelas que se podem repetir vezes sem conta e sempre que o tempo o permita. E como não pára de chover, é o motivo para se ligar o forno.

Ou não?

29.5.14

Let's brunch!!


Esta semana foi um bocadinho estranha! Mudaram-me o dia de folga para 2ª feira, porque pelos lados de França, hoje é feriado! E como a meio da semana surgiu um problema familiar, hoje voltei a estar por casa!

Mas desta vez sem os catraios! Chegou o dia de mais uma viagem de fim de curso e aí foram eles! Ao contrário do que passou o ano passado que estiveram 3 dias fora de casa, desta vez serão só 2 e amanhã regressam ao ninho!

Pronto já sei que tudo são etapas, mas este silêncio é esquisito! Aproveitando esse facto trago uma sugestão para um "brunch"! Estas palavras novas a mim fazem-me confusão porque não sei muito bem como as definir! Ou seja, será um "breakfast" misturado com um "lunch".... Daquelas coisas que se fazem em domingos preguiçosos, não é?

Esta receita aparece por dois motivos. Em primeiro o convite da Manuela, do blog Cravo e Canela - Uma Cozinha no Brasil que comemora mais um bloganiversário e como tal nos pediu que nos juntássemos à festa! Manuela, põe lá a rede que eu estou cansada!

O segundo motivo foi a criação de um grupo no Facebook, pela Susaninha, com o nome de Quinze dias com... A ideia é apresentar a cada quinzena um chef de cozinha conhecido e para abrir as hostilidades, a Susana escolheu um dos britânicos mais revolucionários da cozinha, Mr. Jamie Oliver. Como me agradou bastante o conceito e gosto bastante deste senhor, juntei as duas coisas!

Normalmente não costumo misturar desafios e afins, mas desta vez e dada a falta de tempo teve que ser! A receita é grande e como tal pode dividir para que não falte! De uma próxima vez, e se o tempo o permitir, isto não acontecerá!

Há lá coisa mais britânica que "scones"? Há, de certeza que sim, mas se os juntamos a um "brunch" tanto melhor!

Pois a receita é do Jamie e é super simples! Achei imensa piada à maneira como a descrevia e não hesitei em por as mãos na massa, já que o Jamie diz o seguinte, e deixo a citação tal qual, porque ao fazer a tradução não soa da mesma maneira:


"Scones are wonderfully British, delicious, and so simple even a five-year-old could make them. Get baking!"


Ora então com dois catraios de cinco anos em casa, isto é muito mais fácil!






A primeira vez que comi scones foi no liceu, numa festa que fizeram as professoras de Inglês, naquele então... Ou seja, ha mais de 20 anos!!! Estava mais do que na hora de repetir e trazer sabores da memória, mais coisa menos coisa! Ora como diz o Jamie, há que acompanhar os ditos com um bom doce! E cá por casa havia um dos melhores que fiz, morango e ruibarbo! A junção com a nata, neste caso, crème frâiche, é simplesmente deliciosa! A receita do doce é da Lia, do Lemon&Vainila, e desde que a vi, sabia que a tinha que fazer!


Scones com Doce de Morango e Ruibarbo
Receita dos "Crumbliest Scones do Livro Jamie's Great Britain, retirada daqui.

Para o doce de Morango e Ruibarbo

Ingredientes:

230g ruibarbo, cortado ás rodelas
- 450g morangos, arranjados e cortados em quartos
- 230g de açucar mascavado claro
- 1 pitada de sal
- 2 colheres chá de sumo de limão
- 1 colher chá de raspa de limão

Preparação:

Num tacho colocamos o ruibarbo, com os morangos e o açucar de deixamos macerar durante 10 minutos.

Aquecemos em lume médio e quando levantar fervura, adicionamos o sal, o sumo e a raspa de limão. Reduzimos o lume e deixamos cozer o doce durante 15 a 20 minutos até que tenha reduzido 1/3 do volume e engrossado ligeiramente.

Pode parecer um pouco liquída, mas para verificarmos se tem o ponto quando passarmos o dedo na parte de trás da colher de pau e este deixar uma linha sem se voltar a unir.

Com a ajuda de uma escumadeira retirar qualquer vestígio de espuma que esteja à superfície e transferir para um frasco para acelerar o arrefecimento do doce e parar o processo de cozedura.

Quando estiver completamente frio, guardar no frigorífico.







Para os scones

Ingredientes:

-150 gramas de passas, sultanas, alperces finamente picados
- sumo de laranja para hidratar
- 150 gramas de manteiga fria sem sal, cortada em pedaços
- 500 gramas de farinha com fermento + para polvilhar a bancada
- 2 colher de chá de fermento em pó
- 2 colheres de chá de açucar
- 1 pitada de sal
- 2 ovos tamanho L
- 4 colheres de sopa de leita + leite para pincelar

Colocar os frutos secos numa taça e cobrir com o sumo de laranja. O melhor é deixar durante um par de horas antes de realizar a receita.

Pré aquecer o forno a 200ºC. 

Colocar a farinha, a manteiga, o fermento, o açucar e uma boa pitada de sal numa taça. Com as pontas dos dedos trabalhar a massa de maneira a obter uma farofa. Quanto mais rápido for este processo e menos se trabalhar a massa, mas crocantes serão os scones.

Fazer um buraco no meio e colocar os ovos, o leite e a fruta, escorrida, previamente demolhada. Envolver bem na massa e se necessário adicionar um pouco mais de leite. A massa pode parecer quebradiça, mas é sinal que está pronta.

Polvilhar com um pouco de farinha, tapar a taça e deixar repousar 15 minutos no frigorífico.


Estender a massa numa superfície polvilhada com farinha de maneira a obtermos um rectângulo com 3 cm de espessura. usar um cortador de 6cm ou um copo.

Colocar os discos de massa, com a parte lisa para cima, num tabuleiro forrado com papel vegetal. Unir a massa sobrante e voltar a fazer o mesmo processo.

Pincelar com o leite e levar ao forno durante 15 minutos ou até que estejam dourados.

Deixar arrefecer e servir mornos, acompanhados de doce e nata.






A receita diz que podemos usar nata batida! Mas para quê sujar a batedeira, se o crème frâiche espesso, já tem a textura que precisamos? Gulodices à parte, são de facto os melhores scones que já fiz! O toque crocante, a mistura das frutas e a doçura q.b do doce, fazem deles um belo acompanhante para um "brunch" neste caso, ou para um lanche!







O Jamie diz que podem ser congelados e assim ter sempre provisões no congelador. Eu não congelei e andei aqui com scones durante uns dias! Já sei que se devem comer mornos, mas nas minhas manhãs foram torrados e ainda assim, não perderam as suas qualidades!







Usando outra vez palavras do Jamie:

"There's a magic hour just after they come out of the oven when they are so heavenly I just can't imagine why anyone would prefer store-bought scones. Just remember that the less you touch the dough, the shorter and crumblier your scones will be."


Não preciso de dizer mais nada, pois não??

20.5.14

Qualquer coisa bárbaro!!


Olho para o calendário e vejo que passou um mês desde que voltei a trocar de ocupação, trabalho, emprego, aquilo que lhe queiram chamar!

Mas desta vez, com uns dias de repouso antes de começar mais uma nova etapa! E foi nesses dias que a Sibéria, acolheu de braços abertos, aquela que é uma das minhas amigas virtuais. Ou melhor, agora já não é, e mesmo antes, nunca a considerei com tal, porque a sua presença constante na minha vida era tal, que o dia em que nos conhecemos, face to face, foi como as nossas trocas de mensagens.

Pois, falo da Kinhas, quem haveria de ser! Dentro das que tenho é a que está geograficamente mais perto! Como se mil kilometros fossem pouca coisa.... Mas ainda assim e comparada com as outras, é a mais cercana!

Ora visto o não visto, esses dias cá por casa foram um corropio! Os catraios animadissimos porque havia gente nova e eu ainda mais, porque as conversas eram diferentes! E entre cozinhados, sim porque havia que manter o ritual das refeições, e os passeios aquilo pelo sítio, o tempo que estiveram passou a correr!

Foi preciso vir a rapariga, para eu conhecer o Museu da Miniatura! Único no mundo e instalado no lado norte de Andorra! Olhem, mais vale tarde que nunca, e além do mais eu não costumo ficar de férias aqui né? 

Este Museu conta com uma coleção permanente privada do ucraniano Nicolai Siadristy, considerado por muitos o melhor microminiatura do mundo. O museu também apresenta outras coleções sobre a microminiatura.

As exposições sobre microminiaturas contêm fantásticas obras elaboradas à mão a partir de nobres materiais e materiais comuns, como por exemplo a obra de representação dos reis do oriente elaborada sobre um grão de arroz, a representação de uma taberna sobre um grão de sal ou a obra que faz passar uma fila de camelos no olho de uma agulha de coser. A maior parte das obras apenas pode ser observada através de um microscópio!






As fotografias não sei se eram permitidas, mas ainda assim roubei a máquina da Kinhas e fui tirando!!! Adorei as matrioskas! São de um requinte que não podem imaginar! Já para não falar nas micro miniaturas. Eu fiquei boquiaberta, porque jamais pensei que tal fosse possível. Ainda tenho muito que ver e aprender neste mundo.

Como dizia antes foi uma roda viva, o tempo pregou-nos alguma que outra partida, mas não nos impediu que se fizessem umas voltinhas! E ao fim do passeio, por a cozinha estava por nossa conta! Como é óbvio não se experimentaram coisas novas! Eu sim, porque fizemos raclette! Mas não foi coisa que me convencesse e eu continuo a nao ser grande amante de queijos!

Saiu um bundt de Chocolate e uma éspecie de Challah, e para me deixar mal, o raio do Bundt colou na forma, ou pelo menos um pouquinho! O que nao impediu que metade dele, fizesse a viagem de regresso aos Alpes, para saciar a fome dos 2 viajantes!!


Esta minha afinidade com a Kinhas surgiu logo no início deste blog. Se calhar a coincidência de estarmos as duas longe de casa, fez com que nos torná-se-mos mais próximas! E do lado dos Alpes chegaram coisinhas boas! Oh se chegaram! E uma delas chama-se ruibarbo!! Enquanto esteve connosco não o pude preparar e só uns dias depois é que o pude fazer, colocando mãos a mais de uma receita. A que hoje vos deixo é um clássico! De juntar o morango ao ruibarbo, para que a doçura do morango, atenue a acidez desta raíz barbára! Sim, porque a única coisa que se aproveita desta planta, é mesmo o caule! E de preferência que sejam bem firmes e bem rosados! As folhas essas não servem para nada, visto serem altamente tóxicas!

Mas visto o não visto, o que interessa são os caules rosadinhos! E foi isso que fiz! Usar até não poder mais, tendo guardado alguns para próximas receitas! Com parte dele fiz a tarte, o doce de morango e ruibarbo soberbo como diz a minha Lia e, eu confirmo, crumble de maçã, ruibarbo e frutos vermelhos, cuja receita nunca aparecerá, porque como foi a olho e desapareceu numa noite, nem a fotos chegou. Quanto ao doce, sempre podem ver a receita e fazerem, porque não sei quando o poderei publicar por aqui!

Há também versões salgadas, mas essas não me fascinam tanto! Porque será!?!





Depois de muito pesquisar, rendi-me à Galette da Martha Stewart! Não que as outras receitas que encontrei não me fascinassem, mas não queria que a minha primeira experiência com o ruibarbo ficasse mal! Na altura fiz algumas alteraçoes, porque senão ficava sem ruibarbo! É óbvio que quando as faço, aponto, o problema é quando não sei onde ou não sei onde meto o caderno! Isto só eu! Usei uma base de massa brisé à base de polenta, da mesma senhora, que assim que me cruzei com ela, me deixou a salivar!


Galette Rústica de Ruibarbo e Morangos

Ingredientes:

Para a massa:
- 250 gramas de farinha
- 100 gramas de polenta (sémola de milho)
- 1 colher de chá de sal
- 1 colher de sopa de açucar
- 225 gramas de manteiga sem sal, fria cortada em cubos
- 80 - 125 ml de água bem gelada

Para o recheio:
- 300 gramas de ruibarbo cortado em pedaços de 1 cm
- 200 gramas de morangos lavados e cortados
- 100 gramas de açucar
- 1 colher de sopa de essência de baunilha
- 1 colher de sopa de amido de milho (Maizena)
- 1 colher de sopa de sumo de limão
- 30 gramas de manteiga fria cortada em pequenos pedaços
- 1 clara de ovo
- Açúcar mascavado escuro para polvilhar


Execução:
Na receita original a massa é feita com um processador de alimentos. Na falta dele e para este tipo de massa, as quais eu chamo de diabólicas, uso a soqueira, ou então duas facas para evitar tocar muito na manteiga para que com o calor das mãos não derreta.

Numa taça colocamos a farinha, o sal, o açúcar, a polenta e a manteiga fria cortada em cubos. Usando a soqueira, vamos trabalhando a massa de maneira a que a manteiga fique do tamanho de ervilhas. Seguidamente vamos juntando a água, pouco a pouco, até conseguirmos uma massa homogénea.

Dividir a massa em 4 porções e colocar entre película aderente e esticar até obtermos um círculo. mais ou menos 15-20 cm, e 5mm de espessura. Envolver bem cada disco e deixar repousar no frigorifico 1 hora, ou toda uma noite. ( Eu deixei descansar toda a noite)


O recheio deve ser preparado meia hora antes de o usar. Colocando todos os ingredientes numa taça e envolvendo bem, para que desta maneira o ruibarbo e o morango macerem. O facto de ter amido de milho, dar-lhe-á uma coloração rosa claro, mas que depois de cozido não se notará.

Pré aquecer o forno a 180ºC.

Retiramos os discos de massa do frigorífico e deixamos a temperatura ambiente 5 minutos. Colocamos sobre um tabuleiro forrado com papel vegetal e de seguida colocamos o recheio no centro do disco, deixando 4 cm de margem. Depois de distribuído o recheio e o respectivo suco, dobramos sobre o mesmo, a massa restante.






 Distribuir os pedacinhos de manteiga sobre o recheio e pincelar a massa com a clara. Polvilhar com o açúcar mascavado e levar ao forno durante 30 minutos, ou até que a massa esteja dourada.

Retirar e deixar arrefecer. Servir morna ou fria, simples ou com um fio de nata.






Normalmente a massa de uma galette é muito mais frágil que o normal e se a esta lhe juntamos a polenta, ainda o é mais, porque fica muito mais quebradiça. Mas nao se assustem, porque sem PRESSAS, o resultado é perfeito! E se partir um bocadinho qual é o problema? Também não se come inteira! (risos)

E devo acrescentar, que é simplesmente deliciosa!

Enquanto está no forno, é normal que alguns dos sucos comecem a sair, e parece mesmo que se vai desmoronar, mas não! Também é normal!




O que também é normal é que não aguentem muito tempo! Porque o problema é mesmo começar com uma fatia pequenina! E mais se tiverem alguém aí por casa que vos diga enquanto estão no forno: "Oh Mãe, isto cheira bem! Eu quero!!!"






O toquezinho da nata, é dica da senhora Stewart! Simples é perfeita, mas assim pintada de branco, é simplesmente fantástica!

Depois disto, só espero ter mais tempo, para experimentar o que tenho por aqui apontado!

Só espero não perder outra vez o sítio do caderninho!!