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5.9.15

Pedaços de alma









Depois de uma temporada muito atribulada de trabalho, por fim chegaram uns dias de descanso merecido. Uns dias de férias fazem-nos sempre bem, exceptuando quando ficamos constipados. Foi o que aconteceu por estes lados um dia antes de tão desejadas férias. Uma constipação fora de época que me deixou dois dias fora de jogo, o que na realidade serviu também para "descansar" um bocadinho.


Os dias de férias são sinónimo de acordar pelas manhãs, à mesma hora do costume, com a palavra mais dita cá por casa: Oh Mãe! E é a mesma que acaba cada dia... 


No meio de um berreiro do miúdo da casa porque não encontrava o peluche minúsculo, surgiu esta receita. Tinha-me cruzado com ela no Sabores de Canela e tinha os ingredientes apontados em duas folhas de post-it. 


Já não é a primeira vez que experimento receitas deste blog e podería estar aqui uma quase eternidade a falar sobre isso. Conta com muitos anos de partilha e não só de receitas que funcionam sempre, mas também uma partilha desinteressada através de fotografias de vivências que a mim, me deixam a sonhar.


A sonhar fiquei eu com este Brownie Cheesecake. Decidi fazer a receita, mesmo sabendo que não tinha queijo creme, mas sim queijo fresco batido, e sem o tabuleiro com as mesmas medidas. Quanto à mousse de framboesas, fica para uma próxima, porque o meu stock das mesmas era reduzido. Visto que começam os desafios do Cocineros del Mundo e eu nunca posso fazer nada, aproveito para deixar por lá esta receita.



Brownie Cheesecake com Swirl de Framboesas

Receita retirada do blog Sabores de Canela








Ingredientes:

Para o brownie:
- 200 g de chocolate (Lindt Cuisine 70%)
- 3 Ovos
- 150 gramas de açúcar
- 110 g de farinha
- 200 g de manteiga

Para o Cheesecake:
- 500g de queijo fresco batido (tipo suissinho)
- 150g de açúcar em pó
- 3 Ovos
- 1/2 colher de chá de extracto de baunilha 
- 1 colher de sopa rasa de farinha

Para o puré de framboesas 

- 100 gramas de framboesas congeladas
- 1 colher de sopa de açúcar
- 1 colher de sopa de água


Execução:

Puré de framboesas:
Num tachinho colocar as framboesas congeladas, o açúcar, e a água. Levar a lume brando e deixar ferver durante 5 minutos. Esmagar as framboesas com um garfo e coar de modo a retirar todas as sementes. Deixar arrefecer e reservar.

Para o brownie:

Ligue o forno a 170ºC. 
Derreter o chocolate em banho-maria ou no microondas (4 minutos a 180º). Bater a manteiga com o açúcar até obter um creme suave e sem parar de bater juntar os ovos, um de cada vez, depois a farinha mexendo bem e por fim o chocolate derretido.
Colocar numa forma rectangular, a medida aconselhada é 33x23x5cm.

Para o cheesecake: 
Misturar o queijo com o açúcar e o extracto de baunilha até obter uma mistura homogénea e sem parar de bater junte os ovos, um de cada vez. Juntar a farinha e envolver nesta mistura.

Coloque o cheesecake por cima do Brownie e de seguida com o puré de framboesas dentro de um saco de pasteleiro ou um saco de plastico, fazer linhas horizontais sobre o cheesecake. Com um palito fazer desenhos aleatórios para fazer o swirl.

Levar ao forno 30 a 40 minutos até o cheesecake estar dourado à volta mas o centro ainda pálido. Deixe arrefecer completamente e colocar no frigorífico toda a noite.

Retirar do frigorífico e deixar uns minutos a temperatura ambiente antes de servir.









Dizia o Tomás quando provou o resultado de um árduo trabalho na cozinha comigo:
- Oh Mamã este bolinho que eu fiz está muito bom, não está?

Ora aqui está uma observação muito pertinente do meu pequeno e não o posso contrariar. Se um brownie é um pedaço de indulgência, um brownie cheesecake são pedaços de alma que nos aconchegam em dias mais cinzentos. O sabor do chocolate e uma textura densa, uma nuvem suave e um toque de afrutado pelo swirl de framboesa, fazem deste Brownie Cheesecake uma sobremesa de repetição obrigatória.


Vai um quadradinho?

30.4.15

Algo de indulgência...










O facto de deixar tudo para a última da hora é tipíco meu. Não que faça de propósito, mas nem sempre as coisas jogam a meu favor. Amanhã faço... Ou talvez depois, mas faço... Acabo por fazer porque meti na cabeça que sim e ponto. Mas faço-o sobre uma tensão enorme, porque nunca sei se depois consigo.


Um dia de folga passado em casa em volta das "coisas"... leia-se cozinha e restante casa. Uma parte da receita adiantada, e outra por finalizar. Se não começo, não sei se acabo e lutando contra o tempo, o resultado final aparece.


Ora como o chocolate é o tema deste reto mensal, e eu que não gosto nada e sou também parte das estatísticas que dizem que não, não me resisti. E foi a desculpa perfeita para experimentar uma receita que vi na SAVEUR, que andava há eternidades a chatear o Tico e o Teco! (risos)


Haveria muitas maneiras de definir o chocolate... Haverá muitas maneiras de definir a mistura chocolate e caramelo.... A única que eu consigo encontrar é de sublime indulgência! E olhem que me deu para ver qual era o verdadeira significado da palavra indulgente... E qual não é meu espanto quando vejo que tem a ver com o acto de ser benevolente, perdoar, ser tolerante... Pois agora entendo... Há que ser muito indulgente para perdoarmos semelhante pecado da gula!!




Tarte de Chocolate e Caramelo
(receita retirada da SAVEUR)






Ingredientes:

Para a massa:
- 130 gramas de farinha
- 60 gramas de amêndoa moída
- 40 gramas de cacau em pó s/açúcar
- 140 gramas de manteiga sem sal amolecida
- 60 gramas de açúcar em pó + 2 colheres de sopa
- 2 gemas
- 1/2 colher de chá de extracto de baunilha

Para o caramelo:
- 300 gramas de açúcar
- 3 colheres de sopa de glucosa (na receita original xarope de milho)*
- 6 colheres de sopa de água
- 1/4 de colher de chá de sal
- 6 colheres de sopa de nata MG> 30%
- 1 colher de sopa de crème frâiche espessa
- 85 gramas de manteiga sem sal temperatura ambiente

*(na falta de xarope de milho, traduzindo da receita, coloquei a glucosa. Não conhecendo o produto em si sugerido na receita, optei por usar a glucosa porque tinha em casa e porque sei que normalmente é usado para receitas de caramelo, para desta maneira impedir que cristalize, dando também uma textura muito mais compacta).

Para a ganache de chocolate:
- 125 ml de natas MG>30%
- 115 gramas de chocolate de 70%
- Flor de sal para servir








Execução:

Para a massa
Misturar a farinha, o cacau e o sal numa taça e reservar. Bater a manteiga com o açúcar até obter uma mistura pálida e esponjosa. Juntar o extracto de baunilha e as gemas de ovo. Adicionar a mistura seca. E mexer até incorporar bem.

Colocar esta massa directamente sobre uma forma com fundo amovível, rectangular no meu caso, ou redonda de 23 cm, polvilhada com farinha. Espalhar a massa com a ajuda de uma colher, tapando bem os cantos. Refrigerar durante 30 minutos.

Picar com um garfo a tarte e levar ao forno durante 20 minutos ou até que a massa esteja cozida.


Para o Caramelo:
Num tacho colocar o açúcar, a água, a glucosa, e o sal. Levar ao lume e deixar que comece a ferver. Mexer o tacho ocasionalmente e quando atingir 170ºC (naquela altura que tem uma cor dourada escura e começa a deitar fumo), retirar do lume e adicionar as natas, a crème fraiche e a manteiga.

É normal que salpique um pouco devido às diferenças de temperaturas. Mexer bem e incorporar estes ultimos elementos no caramelo. Colocar o caramelo dentro da forma de tarte e deixar repousar 4-5 horas.( Eu deixei repousar 1 hora no frigorífico arrefecendo ligeiramente o caramelo antes).


Para a ganache:
Picar o chocolate finamente e colocar numa taça. Ferver as natas e juntar ao chocolate. Deixar repousar durante um minuto e mexer em seguida com a ajuda de uma espátula de modo a obter uma textura homogénea e lisa.


Colocar a ganache sobre o caramelo e alisar a superfície com uma espátula. Deixar no frigorífico durante 4-5 horas. Servir frio e salpicado com flor de sal.








Desde que vi uma foto parecida com esta, que a minha alma inquieta não parou sossegada. E precisava só de um motivo... Ou a desculpa para isso! Ou precisava simplesmente de tempo e disposição, porque quando quero faço e já está. Seja pelo lado guloso, seja pelo lado mais didático, ou seja aprender alguma coisa nova. 

O chocolate nunca me decepciona. Mas se o misturamos com caramelo...








Depois de uma fatiazinha, muito pequenina desta tarte, acabou-se a minha capacidade de ser indulgente.... Não há perdão possível por não resistir à tentação... E é como dizem por aí: Eu resistir, resisto...Agora se me empurram...!! (risos)


Vocês resistiam?

25.3.15

Primavera? Onde andas?



Con esta receta participo en el 2º Aniversario del Reto de Cocineros de del Mundo.


Ya no es la primera vez que participo en los retos. Desde los primordios del blog, que sempre que he podido he intentado participar. Me acuerdo incluso de la primera receta que hice y la ilusión que me ha hecho haber sido ganadora... Él tiempo no es mi mejor amigo, y las chicas, Victoria y la Eva, saben que siempre me voy peleando con él. Por eso y porque está de cumple, aquí estoy yo, con una receta muy sencilla, pero que pide a gritos que llegue la Primavera!


Chicas, FELICIDADES!! Y enhorabuena por el trabajo que habéis hecho y espero que lo continuéis durante muchos más años! 







Voltemos ao português, porque o castelhano ainda me falta muitas vezes e, como não quero dar pontapés na gramática assim será muito mais fácil, né? Ainda que possa cometer alguns erros, porque isto de pensar em diferentes idiomas põe o Tico e o Teco em parafuso. Adiante... (risos)


Há muito tempo atrás, isto quase parece a um conto para crianças, quando criei este blog, descobri a comunidade do Google+ com o nome Cocineros del Mundo. Cada mês criavam um desafio e eu sempre que podia participava.  As coisas foram-se complicando e os miúdos foram crescendo, obrigando que o tempo que dispensava a este cantinho ficasse muito mais reduzido que aquilo que eu gostaria.

Por esse motivo e porque a comunidade está de parabéns, aqui estou eu numa tentativa de chamar a Primavera. Sim porque eu não sei muito bem onde anda, porque a visão da minha janela, é muito branca.... Vou colar umas flores para me animar a vista!! (risos).


Ora o desafio é criar receitas que anunciem a Primavera. Pois bem... Flores não há por estes lados, e a única coisa que me faz lembrar a Primavera, é mesmo ver a zona das frutarias apinhadas de morangos. 

Já andava com a receita acomodada na minha memória há uns tempos, mais precisamente desde que às minhas mãos veio parar um livro de receitas oferecido por uma marca de massa folhada e afins... 

Não usei a massa folhada, não fiz a tarte que sugeriam e como já é hábito em mim, compliquei uma coisa simples! Já é defeito, que lhe vou fazer? E não me posso contrariar que fico rabugenta... (risos).

Troquei a massa folhada por massa filo e em lugar da tarte fiz uns canudos com a dita, recheando com um Chiboust de Mangericão.







O Chiboust é uma preparação muito comum na pastelaria francesa. Descobri-o por primeira vez num programa que havia num canal espanhol e fiquei com aquilo na cabeça de um lado para o outro. Trata-se pois de uma creme pasteleiro, ao qual se adiciona um merengue para dar alguma estabilidade.


Ora como eu sou uma naba com os merengues, decidi fazer a mesma coisa e substituir o merengue, por natas batidas, para aligeirar o creme pasteleiro. O contraste com o couli de frutos vermelhos é simplesmente delicioso, e agora que tenho brinquedo novo na cozinha, já não me importo de por coulis em todo o lado.


São umas colheres muito originais e que foram criadas por um chefe pasteleiro. Chamam-se Déco Spoons e são de facto uma maravilha... Bem depois de ver os vídeos de gente que sabe usá-las, podem fazer-se obras de arte. Eu fico pelos gatafunhos e desenhos abstractos!


O resultado de tudo isto? Uma nuvem de aromas frescos e perfumados.




Canudos de Massa Filo com Chiboust de Mangericão






Ingredientes:

- Massa filo q.b (ou um rolo de massa folhada de compra)
- Manteiga derretida e fria


Para o Chibouste de Mangericão:

- 500 ml de leite gordo
- 2 gemas
- 30 gramas de farinha de trigo
- 20 gramas de amido de milho (Maizena)
- 80 gramas de açucar
- 20 folhas de mangericão (usei duas colheres de sopa de folhas picadas congeladas)
- 250 ml de natas MG=35% + 1 colher de açucar em pó
- Coulis de Frutos Vermelhos
( Para fazer um coulis, colocamos os frutos vermelhos num recipiente, mais ou menos 100 gramas, juntamos 50 gramas de açucar, um pouco de água e um pouco de sumo de limão. Levamos ao lume, ou ao microondas e deixamos ferver durante aproximadamente 5 minutos, Trituramos e coamos. Deixamos arrefecer. Se a textura for muito espessa, juntar um pouco de água.)


Execução:

Aquecer o leite juntamente com o mangericão. Deixar infusionar enquanto arrefece e coar.

Misturar o açucar com as farinhas e juntar as gemas de ovo e bater bem. Adicionar o leite e mexer lentamente, sem bater. Colocar num tacho e levar ao lume, mexendo sempre, Deixar que ferva e assim que tenha engrossado (ao passar a colher de pau, deixa um rasto no fundo do tacho), retirar e deixar arrefecer como minímo 3 horas.

Depois de frio e justo antes de rechear os canudos, ou a tarte, bater em chantilly a nata e envolver suavemente neste creme. Para rechear os canudos usar o saco pasteleiro usando um bico da nossa preferência.


Para fazer os canudos de massa filo, untar uma folha de massa com manteiga e dobrar ao meio. Normalmente o tamanho é de uma folha A4. Voltar a pincelar com manteiga e dobrar ao meio, formando um rectângulo mais pequeno.

Cortar este rectangulo em tiras de 3 cm de largura, aproximadamente, e enrolar sobre os tubos de pastelaria. Levar ao forno a 180ºC, em posição vertical, até que estejam dourados.

Retirar do forno com cuidado e deixar arrefecer. Depois de frios, rechear com o Chiboust e decorar com morangos e acompanhar de Coulis.

*Nota da Mamã: A receita original é uma tarte de creme de pasteleiro de mangericão e morangos. Para isso só há que cozer um rolo de massa folhada a branco e depois de frio rechear com o creme pasteleiro. Decorar com morangos e polvilhar com açúcar em pó.







Admito que sou um bocadinho trapalhona, mas a massa filo é a culpada, porque é muito complicadinha de trabalhar. A minha ideia inicial era fazer uns cones, mas aquilo ficou apresentável. Acabaram por ser canudinhos que se mantiveram direitinhos para apresentação. 


O creme de pasteleiro com mangericão é simplesmente delicioso. Achei que simples era um pouco massudo, mas o resultado melhora quando adicionamos as natas batidas. Parece uma nuvem de aromas frescos e perfumados!


Enquanto preparava as fotos, só ouvia a minha filha: Uau Mãe, que giro! Ou seja, prova superada!
Agora só falta mesmo superar mais uma e com ela esperar que a Primavera chegue!


Se a virem por aí, digam-lhe que passe por aqui também!

11.11.14

Os inventos!









Ultimamente não tem sido fácil sentar-me no computador para escrever o que seja... Tinha esta receita pendente há uns quantos dias e aproveito o descanso dos guerreiros cá de casa, que nos dias de piscina chegam rebentados e assim que se sentam no sofá aterram que nem passarinhos....

Olho para eles e penso: Não tenham pressa de crescer, porque há coisas que não têm volta atrás!


E pronto.... O tempo não anda mesmo para trás e este post com esta receita tinha que sair hoje, porque sim! Dentro de dias tenho que fazer, por motivos muito especiais, e como tal, não se podiam juntar.....


A paisagem pela Sibéria já mudou.... Os picos das montanhas já estão branquinhos e o frio está de volta.... E que frio... É nestas alturas que olho pró calendário e me lembro, que neste bendito sitío o Inverno começa quando ele quer e não quando tem que ser....


E se os dias de Outono/Inverno pedem forno ligado, esta receita de hoje é sem dúvida um motivo muito bom para o fazer.... Andava com uma ideia na cabeça desde que vi o desafio do Cocineros del Mundo, caso para dizer que estava com a cabeça como uma abóbora! E assim foi.... Com a cabeça como uma abóbora e um pão na cabeça, saiu uma coroa de brioche de abóbora, recheada com amêndoa!




Coroa de Brioche de Abóbora com Recheio de Amêndoa









Ingredientes:

Para o brioche:
- 800 a 900 gramas de farinha de pão**
- 400 gramas de puré de abobora*
- 100 gramas de açúcar amarelo
- 2 ovos
- 80 gramas de manteiga
- 100 ml de leite
- 11 gramas de fermento de padeiro (desidratado)
- 1 colher de chá de sal
- 1 colher de chá de canela
- Raspa de uma laranja


* Para fazer o puré de abóbora, colocar a abóbora num recipiente que possa ir ao forno, com um pau de canela e uma casca de laranja. Cobrir com papel de alumínio e deixar durante 30 minutos a 200 ºC. Retirar e deixar arrefecer. Passar a abóbora por um passador de rede fina.


** A quantidade de farinha pode ser variável consoante o tipo de farinha que se use. Usei uma farinha com alto teor de proteína, mas esta receita pode ser executada perfeitamente, com uma T55 ou uma T65, ou até mesmo uma mistura das duas farinhas.


Para o recheio:
- 200 gramas de amêndoa moída com casca
- 200 gramas de amêndoa moída sem casca
- 100 gramas de açucar mascavado escuro
- 2 colher de café de canela


Execução:

Misturar o fermento com o leite morno e deixar repousar durante 10 minutos, para que desta maneira esteja activo.

Numa taça colocar o puré de abóbora, juntar os ovos, o açúcar, a raspa de laranja, a manteiga derretida e bater ligeiramente. Juntar a canela, o sal, e sem mexer, colocar a farinha no centro, seguida do fermento já activado com o leite do lado oposto ao do sal. Mexer com uma colher de pau ou com a batedeira até que a massa comece a despegar da taça.

Sobre uma superfície ligeiramente enfarinhada colocar a massa e amassar, até que se torne lisa e elástica. Colocar numa taça untada com óleo e cobrir com película aderente, deixando repousar até que duplique de volume.

Depois de levedar amassar a massa novamente de maneira a retirar todo o ar existente. Voltar a colocar na taça e cobrir, guardando toda a noite no frigorífico.


Para o recheio misturar a amêndoa com o açucar, a canela e juntar a manteiga derretida, mas fria. Mexer bem de maneira a obter uma massa homogénea. Reservar.


Sobre uma superficie enfarinhada colocar a massa e dividir em duas partes. Esticar cada uma delas num rectangulo de 40 x 50 e dividir o recheio pelas duas partes.

Enrolar pela parte maior e cortar ao meio o rolo. Entrelaçar as duas pontas formadas entre elas e enrolar de maneira a formar uma coroa.

Pincelar com um poco de ovo e polvilhar com açucar em pérola. Deixar repousar meia hora e levar ao forno a 200 ºC, durante 20-25 minutos, até que esteja dourado.

Retirar do forno e pincelar com doce de alperce para dar brilho. Servir morno ou frio.







Isto é o que dá não seguir nenhuma receita. Quando vi a massa quando a tirei do frigorifico fiquei super admirada, porque tinha crescido imenso. A única solução era mesmo fazer duas coroas. E para as adoçar ainda mais, colocar uma glace de canela!! Não precisa, mas eu achei que ficava giro.


Só vos posso dizer que o cheirinho que havia por casa nesse dia, era completamente inebriante.... Claro está para quem gosta da mistura canela/laranja, e neste caso a abóbora. E com estes sabores trago recordações do doce de abóbora que fazia em Portugal.....








Deixando-me de recordações e porque hoje não estou muito basta de palavras, é daqueles brioches que surpreendem. Super hiper mega fofo, o recheio contrasta na perfeição e os sabores são simplesmente perfeitos....

E como diz a minha filha, isto é que dá inventar!!!

28.8.14

Batatas ou Bananas?



Con esta receta participo en el reto del mes de Agosto, de la comunidad Cocineros del Mundo de Google+, en el apartado salado y en el apartado dulce.





Já há uns tempos que não tinha oportunidade de participar nos desafios dos Cocineros del Mundo. Ou porque não me gostavam os ingredientes e desta última vez porque não encontrei a bendita massa para o desafio. Entre isso e o tempo que às vezes falta, desta vez quando vi o desafio, pensei, é desta! E assim foi... Aproveitando o primeiro dia de folga depois de dois meses sem descanso, meti-me na minha cozinha. Sim já sei, deveria estar a descansar, mas acaba por ser descanso também e acabo por desconectar do corre-corre diário a que estou acostumada estes últimos dias e, não vá eu perder a prática, o melhor é aproveitar.

Ora os ingredientes são simples, encontram-se por todo lado e, aqui por casa, há sempre batatas e bananas. As bananas normalmente ficam sempre muito maduras e eu aproveito para fazer o banana bread ou algo parecido, como tal esta hipótese estava descartada.

Apesar de não ter muito tempo, quando vejo alguma coisa de que goste nalgum livro ou em alguma revista, fica aquela imagem guardada. Ontem enquanto punha o Tico e o Teco a decidir o que ia fazer, tinha uma imagem na cabeça. Rebusquei as minhas revistas e não encontrava a que tinha aquela imagem.... Mas que procura sempre alcança não é? Pois a bendita revista apareceu e depois de ler a receita, mudei tudo. Estou de folga e gosto de cozinhar, mas não está nos planos por a cozinha patas ao ar. Se bem que acaba sempre por acontecer, seja simples ou complicada.

E como o tempo não ajuda, o post de hoje, é dois em um. Prato principal e sobremesa! Mas só tem direito a sobremesa, quem comer o principal, eh?



"Vol au vent" de Batata, Cogumelos, Passas e Ovo
(receita adaptada daqui).






Ingredientes:
- 2 batatas medianas
- 1 gema
- salsa picada q.b
- 2 chalotas
- 125 gramas de cogumelos de Paris laminados
- 1 colher de sopa de passas
- 2 colheres de sopa de vinho branco
- 5 colheres de sopa de natas
- 2 ovos
- Sal e pimenta negra q.b
- Flor de sal 
- Saco de pasteleiro com bico em forma de estrela

Execução:

Cozer as batatas em água com sal. Depois de cozidas reduzir a puré. Adicionar a gema e misturar bem. Juntar um pouco de salsa picada e rectificar os temperos e adicionar uma pitada de pimenta negra.

Numa frigideira colocar a chalota picada com um pouco de azeite. Deixar refogar e quando estiver suave, juntar os cogumelos laminados. Temperar com sal e pimenta e deixar que libertem a água que têm, a lume médio, mexendo ocasionalmente. Juntar as passas e o vinho branco e deixar que este se reduza. Rectificar temperos e adicionar as natas. Assim que ferva, retiramos do lume e reservamos para rechear os "vol au vent" de batata.

Pré aquecer o forno a 190ºC.

Colocar o puré de batata no saco de pasteleiro e num tabuleiro revestido com papel de forno, fazer espirais de 6 cm de diametro, aproximadamente, tendo o cuidado de não deixar espaços abertos.

Depois de criada a espiral fazer um círculo sobre a mesma, mas só sobre o rebordo. Fazer 2 ou tres voltas.

Levar ao forno durante 10 minutos para que ganhe um pouco de cor. Retiramos, recheamos com os cogumelos e colocamos uma gema de ovo em cada "vol au vent". Levamos novamente ao forno e assim que a gema do ovo, comece a estar cozida, retiramos.

Servimos de imediato colocando uma pitada de flor de sal sobre a gema.






Dado à forma dos "vol au vent" um ovo inteiro não cabe. Daí ter colocado o ovo inteiro numa tacinha e com a ajuda de uma colher, retirar a gema e um pouco da clara. Para que se possa colocar o ovo inteiro, é necessário que o tamanho seja maior.






De facto é uma alternativa ao famoso puré de batata. Para uma ocasião especial acho que pode servir perfeitamente, como prato principal, ou como entrada. Seja como seja, hoje era especial!



E apesar de eu ser uma gulosa imperdenida, hoje a sobremesa é do mais simples que pode existir. Uma receita do livro Bake, da Rachel Allen, que usa as bananas como ingrediente principal e que sugere depois várias alternativas. Aparte de ter usado umas passas e ter substituido a nata batida por gelado de doce de leite, a receita segui-a na íntegra.


Bananas Assadas com Rum e Passas





Ingredientes:
- 2 bananas maduras, mas firmes
- 4 colheres de sopa de rum
- 2 colheres de sobremesa de açúcar mascavado escuro
- 2 colheres de sobremesa de passas
- gelado de doce de leite (ou nata batida como no original)
- praliné (opcional)

Pré aquecer o forno a 200ºC.

Descascar as bananas e cortar longitudinalmente. Cortar um rectangulo de papel de forno, o suficientemente grande para fazer um embrulho.

Colocar ao centro as metades da bananas, polvilhar com o açucar mascavado e colocar 2 colheres de sopa de rum. Por fim colocar as passas e fechar bem o embrulho.

Levar ao forno durante 20 minutos. Retirar do embrulho com cuidado e servir com o acompanhamento preferido. Devem comer-se mornas.






A banana é daqueles frutos que não me deixa chegar a um consenso. Gosto dela tal qual, mas também gosto dela quando a uso para bolinhos e afins, mas no que toca à parte de usar o calor para a transformar, já não acho muita piada à textura.

Mas isso era dantes! Agora a minha opinião mudou e com pontos a favor! É óbvio que a textura se transforma, mas fica o seu sabor ainda mais acentuado e doce o quanto baste, para contrastar com o belo do gelado de doce de leite.






O porquê do gelado de doce de leite?? Porque o Tico e o Teco, tinham na ideia a banoffee pie. E como tal, achei que a associação só podia ser perfeita! O praliné vem apenas dar o toque crocante nesta mistura de texturas, que muito me surpreendeu! O que também não é dificil, porque eu gosto de tudo! Ou quase tudo....


"Life is uncertain. Eat dessert first." (Ernestine Ulmer)


10.3.14

Vai um morango?

Con esta receta participo en el 1º Aniversario del Reto de Cocineros del Mundo.





Ultimamente não tenho tido tempo para nada!!! O cansaço apodera-se de mim..... Andava há que tempos há procura de alguma coisa para fazer! Que me enchesse a alma e que ao menos, me retirasse esta sensação de não poder fazer mais!

Não tinha nada planeado, mas depois de ontem ver o convite do Cocineros del Mundo, hoje depois de umas quantas horas de trabalho, cheguei a casa e pûs as mãos na massa! Ou melhor nos morangos!!!

Um ano depois de participar pela primeira vez neste desafio mensal com um Strudel de Morangos, voltei a usar os mesmos! Desta vez não há um ingrediente obrigatório e sim um escolhido por nós que nos faça lembrar a Primavera! Se há coisa que me faça lembrar a Primavera, são os morangos! E o cheirinho que deixam nos supermercados assim que acabam de chegar! Bem sei que a época dos morangos, morangos ainda não chegou! Sim daqueles que temos que fechar os olhinhos quando comemos! Simples, com açucar e porque não com chocolate?

Por aqui o Sol tem brilhado! Aleluiaaaaaa! Porque se continua a nevar como antes, eu não sei o que seria de mim! A esta altura do ano, sempre tenho esta baixada no ânimo! Ou seja, PRECISO DE FÉRIAS!!! Leia-se também, muito mais sol, praia e família!

Para compensar a ausência do sol, encontro pequenas relíquias em forma de revista. Menos mal que há uma alma que se lembra de trazer revistas de culinária para a Sibéria! Foi onde a receita de hoje, que já desde então me andava a tentar! Pois não sendo eu uma mulher de resistir, hoje mandei o cansaço dar uma volta, e fiz aquilo que mais gosto!!!





Simplesmente adoro morangos! Ainda ninguém inventou uma dieta com os mesmos? Pois estes pequenos frutos são uma pequena benção para o nosso organismo! 

São diuréticos, depurativos e ligeiramente laxantes. Regulam as funções hepáticas, nervosas e tonificam a pele! (Vou deixar de por creme na cara e vou passar a comer mais morangos!! (risos).

Outros dos seus benefícios é serem anti.oxidantes, serem fonte de Vitamina C e sais minerais, e também ácido salicilíco! Sim isso mesmo, o mesmo componente da famosa Aspirina! Por isso existem pessoas que produzem alergias a estes meninos e consequentemente à aspirina!! 

Devem ser escolhidos bem vermelhinhos e de tamanho médio. Devem ter uma consistência firme e sem manchas. Dado à sua delicadeza devem ser consumidos rapidamente, para que assim se possam aproveitar todas as suas qualidades.

Um truque?? As folhas só devem ser cortadas depois de os lavar gentilmente, para que assim mantenham todo o seu aroma!!!

Não pensem que andei à procura desta informação!! Vinha na minha revistinha! Oh oh! O que eu adoro estes mini compêndios de informação variada!



Beignets de Morangos com Calda  de Chocolate
Receita retirada da Revista Lecturas Postres n.º 3





Ingredientes:

- 250 gramas de morangos/ 250 gramos de fresas
- 150 gramas de farinha/ 150 gramos de harina
- 5 gramas de fermento em pó (tipo royal)/ 5 gramos de levedura química
- 1 ovo L/ 1 huevo L
- 150 ml de leite/ 150 ml de leche
- 3 colheres de sopa de açucar/ 3 cucharadas soperas de azucar
- 1 colher de sopa de açúcar baunilhado/ 1 cucharada sopera de azúcar vainillada
- 1 pitada de sal/ 1 pizca de sal
- Açucar em pó para polvilhar/ Azucar glass para espolvorear

Para a calda de chocolate:

- 200 gramas de chocolate de culinária a 52% de cacau/ 200 gramos de chocolate fondant
- 100 ml de nata/ 100 ml de nata liquida
-  1 colher de sopa de brandy ( não usei)

Execução:
Aquecer o leite com os açúcares e deixar que se dissolvam. Colocar numa taça e deixar que arrefeça. Juntar a farinha, o fermento, peneirados, pouco a pouco envolvendo suavementem com uma vara de arames, de maneira a que não se formem grumos. Juntar o ovo e a pitada de sal e envolver até obtermos um polme liso e consistente.
Deixar descansar 30 minutos.

Aquecer o óleo numa fritadeira funda. Lavar e secar muito bem os morangos e retirar as folhas. Submergir os morangos na massa de maneira a que fiquem bem cobertos de polme. Quando o óleo estiver quente fritar até estarem dourados. Retirar e colocar em papel absorvente.

Partir o chocolate em pedaços pequenos e derreter em banho maria. Juntar a nata e o brandy. Mexer bem até obter uma mistura lisa e brilhante.

Polvilhar os beignets com açucar em pó e servir com a calda de chocolate quente.

Preparación:
Calentar la leche con los azúcares. Pasarla a un bol y dejar templar. Incorporar la harina y la levadura tamizadas, poco a poco y sin dejar de remover, hasta obtener una crema homogénea. Agregar el huevo y la sal. Mezclar y dejar reposar 30 minutos.

Lavar y secar muy bien las fresas, y retirar el rabito. Sumergirlas en la massa, de una en una para que queden completamente cubiertas. Freír los buñuelos en abundante aceita caliente hasta que estén dorados. Retirarlos y dejarlos escurrir en un plato forrado con papel absorbente de cocina.

Trocear el chocolate y fundirlo en un cazo al baño maría. Agregar la nata liquida y el brandy. Remover hasta conseguir una salsa homogénea y brillante, y retirar del fuego.
Espolvorear los buñuelos con azúcar glass y servirlos en seguida, con la salsa de chocolate caliente.






Ora que mais posso eu dizer disto?? Pois que é ouro sobre azul! Fácil e simplesmente deliciosa! O melhor do melhor para levantar qualquer estado de ânimo!! Até fiquei preparada para mais uma semana dura de trabalho! (risos)

Também posso dizer, que quanto mais docinhos forem os morangos, melhores serão estes beignets! Por isso só têm que experimentar!






No fim de cada reto há sempre uma receita ganhadora! Ganhadora apenas do reconhecimento de muitos bloggers que a formam, mas é uma honra! Nesta edição e porque estamos de aniversário, há um prémio! Por isso, e não sou muito de pedir estas coisas, peço-vos que passem pelo blog Cocineros del Mundo e que votem se acharem que esta receita merece! Para ao menos poder estar entre as 8 mais votadas, para poder aceder ao prémio! Que não é mais nem menos que um curso de fotografia online! E se vos digo a verdade, seria um presente fabuloso!





Deixo-vos este beignet em troca! Que vos parece?? (risos)

Tirando todas esta risada que vai por aqui hoje, eu pelos menos ri-me, sempre que possa participarei neste desafio! De preferência sem prémio, apenas com o reconhecimento tenho suficiente! Porque são estas coisas que me fazem estar mais apaixonada por este blog, que é muito meu, por todos aqueles que me seguem, mas acima de tudo por aquilo que tenho sido capaz de fazer!!!

Agora, votem faz favor!!! :P 

21.2.14

Maçãs ou... Maçãs!!!



Con esta receta participo en el Reto de Febrero de Cocineros de Mundo en Google+ en el apartado de Dulce.






Já há muito tempo que não participava nos desafios do Cocineros del Mundo! Aquele que foram os primeiros em que participei e sempre tentei estar presente! Mas a vida tem destas coisas e mais enfiada aqui na Sibéria!! Andei uns quantos meses longe, a ver o que faziam, mas desta vez, não podia escapar-me e não fosse o tema Maçãs!!

E eu continuo a achar que é mesmo o fruto do pecado!!! E se for em bolo, é música para os meus ouvidos!!

No Natal este livro, Delia's Cakes, chegou até à Sibéria! E a culpa foi da Lia!!!!! Depois de o ter aberto, o encantamento foi imediato! As fotos, as explicações, as receitas, enfim.... Tudo para que eu continue apaixonada por tudo o que é bolo ou bolinho! O que também não é dificil!!! Assim que o abri, andei a namorar o dito uns dias!! A namorar, não, a cortejar que é mais fino! E foi quando encontrei um bolo de maçã! Simples e com ingredientes que tem tudo para ser um bolo fantástico!

Já não me lembrava de fazer um bolo de maçã e eu tenho a paranóia de que ainda não encontrei o melhor, mas este, bem este está quase quase lá!!!! Sou esquisita, e depois??


Bolo de Maçã e Cidra
(receita retirada do livro Delia's Cakes, pág.221)




Ingredientes:
- 1 maçã golden pequena
- 150 ml de cidra
- 75 gramas de passas
- 225 gramas de farinha com fermento
- 1 colher de chá de fermento
- 1 colher de chá de canela
- 1/2 colher de chá de cravinho moído
- 1/4 colher de chá de noz moscada moída
- 150 gramas de manteiga sem sal amolecida
- 2 ovos tamanho L
- 150 gramas de açucar mascavado claro

Para a cobertuta:
- 25 gramas de manteiga sem sal amolecida
- 25 gramas de farinha com fermento
- 50 gramas de açúcar mascavado escuro
- 1 colher de chá de canela
- 1/4 colher de chá de cravinho moído
- 25 gramas de amêndoa em palitos
- 2 maçãs golden pequenas
- açúcar em pó para polvilhar




Execução:

Cortar a maçã em pedaços pequenos e colocar numa taça com as passas e a cidra. Untar e polvilhar com farinha uma forma de 20 cm de diametro sem buraco, de fundo amovivel. Pré-aquecer o forno a 180ºC.

Peneirar a farinha, o fermento e as especiarias, colocando a peneira o mais alto possível, para que desta maneira a farinha ganhe a maior quantidade de ar possível. Juntar a manteiga, os ovos ligeiramente batidos e o açúcar. Bater durante um minuto até que estejam todos os ingredientes bem misrturados e aumentar a velocidade de modo a obter uma mistura suave.

Com uma colher de sopa, juntar a cidra, a maçã e as passas, envolvendo bem na massa. Deitar na forma e alisar a superficie com a colher.

Para a cobertura juntar a farinha, a manteiga, o açucar e as especiarias numa taça. Envolver com as pontas dos dedos de maneira a obter uma farofa, juntando por ultimo a amêndoa.
Descascar as maçãs e cortar em meias luas finas que se dispõem sobre a massa e por ultimo o crumble/farofa.

Levar ao forno durante 1h 20 ou até que o bolo comece a despegar-se da forma.

Deixar arrefecer 10 minutos dentro da forma e depois retirar o aro. Com a ajuda de uma faca, levantar o bolo e deixar arrefecer completamente sobre uma rede. Polvilhar com o açucar em pó e servir.





A Delia aconselha a que o bolo seja servido com uma colherada de nata batida!!! E eu acho que aconselha muito bem, mas eu sou uma perdida por crème frâiche e sempre que posso, roubo uma colherada!!!

Um bolo que se mantém super humido durante o tempo que dura e que mais que um bolo para um lanche, é um bolo para uma sobremesa!





O que não falta neste livro são bolinhos fantásticos! E de maçã há uns quantos, e este foi apenas o primeiro! Como a maçã é um fruto intemporal nos dias de hoje, os próximos também passarão por aqui!

Enquanto isso, vou ali buscar mais crème frâiche!!