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7.12.14

Love Sweet Love


O Inverno começou de verdade.... 


No fim do mês de Novembro chovia torrencialmente, o que por aqui é coisa muito rara.... É um país que depende do turismo de inverno e disso dependem muitos postos de trabalho. O câmbio climático anda a fazer das suas pela minha Sibéria, mas da mesma maneira que choveu, assim começou a nevar e em só dois dias de neve, eu já estou farta! Pronto começa a temporada das queixas da Mamã!! (risos)









Mas hoje estou tão cansada que não me apetece queixar de nada, mas sim partilhar com vocês uma novidade. 

Então não é que recebi um email de uma empresa, a Love Sweet Love, para me propor uma parceria? Ohhhh!! Eu fiquei tão contente! Sei bem que não é nada do outro mundo, mas só o carinho que senti e a confiança que me fizeram sentir a mim mesma, já vale por todas as parcerias do mundo.


Afinal de contas, são as pequenas coisas que nos deixam felizes! E é o caso! Aconselho-vos vivamente a visitarem a página da Love Sweet Love e a seguirem de perto todas as novidades. Estamos na altura certa para partilharmos aquilo que mais gostamos e a apesar de eu não ser muito adepta de estas datas, admito que começo a entrar no espiríto. 









Quando vi um envelope na caixa de correio fiquei super contente e pensei logo na receita da Dorie, que foi colocada para esta quinzena no Dorie às Sextas. Como eu costumo dizer foi ouro sobre azul. Bolachinhas, caixinhas.... que mais se pode pedir como prenda? Bem eu pedir até pedia muita coisa, mas com uma caixinha assim não me resisto.









O bom destes post's da Dorie é que copio a receita que a Susaninha traduz e coloco aqui! E desta vez fiz tudo direitinho... Bem menos no molde de cortar as bolachas, que me decidi usar um floco de neve! Tenho que aproveitar que estou a entrar no espiríto né?

E depois desta receita, lembrem-me de pedir mais caixinhas da Love Sweet Love, e um rolo destes modernos que se pode regular a espessura que queremos.



Linzer Sablés 
(Receita do Livro Baking, Dorie Greenspan,pág. 134)







Ingredientes:

- 150 gramas de amêndoas ou avelãs ou nozes raladas (usei amêndoas)
- 187 gramas de farinha
- 1 1/2 colheres de chá de canela moída no momento
- 1/4 colher de chá de sal
- 1/4 colher de chá de cravinhos moídos no momento
- 1 ovo grande
- 2 colheres de sopa de água
- 115 gramas de manteiga
- 100 gramas de açúcar
- Compota de framboesa qb. (usei compota de cerejas).


Execução:

Misturar as amêndoas com a farinha, a canela, o sal e os cravinhos. Com um garfo, misturar numa tigela o ovo e a água. Numa batedeira de pé, bater bem a manteiga e o açúcar até ficarem suaves, cerca de 3 minutos, raspando a taça sempre que necessário. Juntar a mistura de ovo e água e bater por mais um minuto. Reduzir a velocidade e juntar os ingredientes secos, misturando os apenas ate desaparecerem na massa, que não deve ficar trabalhada em demasia. Se sobrarem na taça restos mais secos de massa, misturá-los a mão ou com uma espátula.

Dividir a massa em dois. Colocar cada pedaço entre duas folhas de pelicula aderente ou papel vegetal, pressionando com as mãos até ficar achatada. Estender com o rolo ate ficar com cerca de 3 mm de espessura, tendo o cuidado de ir descolando a pelicula para a massa não ficar colada. Repetir para a outra metade. Levar ao congelador durante 45 minutos, ainda com o papel e numa tábua de cortar.

Pré-aquecer o forno a 190ºC e forrar dois tabuleiros com papel vegetal. Retirar a massa do congelador. Remover o papel de metade da massa. Com um cortador redondo ou ondulado com 5 cm de diâmetro, cortar tantas bolachas quanto possível. Repetir o processo na outra metade e, para cada bolacha cortada desta metade, usar um cortador redondo ou ondulado de 2 cm de diâmetro para fazer um buraco no centro. Juntar os restos da massa, esticar novamente e levar ao congelador para depois cortar mais bolachas.

Colocar as metades nos tabuleiros e levar ao forno entre 11 e 13 minutos ou até estarem ligeiramente douradas e firmes ao toque. Deixar arrefecer. Quando todas as bolachas estiverem feitas, polvilhar com açúcar em pó as metades com os buracos e reservar. Barrar com 1 colher de chá de doce cada metade lisa. Unir as duas metades e servir.




A única coisa diferente, foi mesmo a forma de cortar as bolachinhas. Visto que estamos nesta altura festiva, achei por bem dar um ar natalício às bolachas. Ou seja, meti-me em trabalhos como costumo fazer sempre e dou-me conta, que decorar bolachas não é o meu forte.

Apesar disso os Ohhhh que bonitas!! aqui por casa, foram uma constante! O problema mesmo, é saber quando deixar de comer. Já tinha experimentado antes uma receita de Linzer, mas esta é sem dúvida uma bolachinha com presença obrigatória no livro de receitas. A canela e os cravinhos aportam um toque mágico, como pede a ocasião!








E agora façam lá vocês magia e coloquem-nas numa caixinha da Love Sweet Love, e ofereçam-nas nesta época, onde predominam as demonstrações de carinho, ou pelo menos devia ser assim.


Vai uma bolachinha?

14.2.13

Um amor por bolachas

"(...) O amor, para quem é mais novo e não sabe como fazer, não é uma técnica ou uma táctica. Não há segredo. Não há lições. Ou se ama ou não se ama. Ou se é também amado ou não se é. Esperar é o melhor conselho. Experimentar é o pior. O segredo não é ter paciência: é conseguir manter a impaciência num estado de excelsitude. É como o "nunca mais é domingo". Se não sentirmos, todos os dias, que nunca mais é domingo, quando chegar o domingo parecer-se-á com outro dia qualquer. Os dias bons não são os que ficam para lembrança. São aqueles que se esquecem, porque se repetem na mais estúpida felicidade mas que, todos juntos, servirão para um dia eu poder dizer "sim, eu já fui feliz"."
Miguel Esteves Cardoso, in 'Jornal Público' (23.09.2012)


Em jeito de São Valentim.... Durante a semana somos bombardeados por este dia! O dia do Amor... Talvez para quem acredite nele, para quem viva um grande Amor. Não digo que não o viva, porque neste momento tenho aquele que será o grande Amor da minha vida. Os meus filhos. Em relação ao resto, prefiro que este dia seja, o dia do Amor e da Amizade. Sim porque nisso eu sou o mais rica do que alguma vez fui e por isso estou aqui. E se o Natal pode ser quando um homem quer, pois este também!

Mais uma vez obrigado por estarem aí e ajudaram a que este blog seja uma realidade. Obrigado pelas palavras que carinhosamente deixam nos comentários e que me ajudam a não desisitir e a querer fazer sempre mais, para poder chegar até vocês.

O tempo passa rápido, demasiado rápidom e talvez por isso haja que aproveitar cada minuto de felicidade, não esperando pelo domingo, como diz o Miguel. 

A receita de hoje já a tinha apontada para fazer desde o Natal e decidi-me fazê-la no meu último dia de folga. É muito parecida a uma que tinha apontada no caderna de receitas da minha Mãe, mas com várias alterações. Um dia destes faço a da minha Mãe.

Fui descobrir esta receita ao blog Kanela Y Limón e estava na lista e jeito de São Valentim deixo-vos estas bolacinhas que pecam por ser tão boas, e aproveito para concorrer ao desafio do Blog Cravo e Canela. Agora é que me perco com tanta bolacha!!



Bolachas Lindzer

Ingredientes:

  • 240 gramas de amendoa moida
  • 375g de farinha
  • 140g de azúcar em pó
  • 240g de manteiga à temperatura ambiente
  • 1ovo mediano
  • 1 pacote de açúcar baunilhado
  • 1 colher de café de fermento
  • Uma pisca de sal
  • Compota a gosto (usei doce de morango e doce de leite)
  • Açúcar em pó para polvilhar

Execução

Colocamos todos os ingredientes num robot de cozinha ou à mão e amassamos até que se forme uma areia.
Sim esta massa tem uma textura areada, mas menos que as normais, visto usar-se o açucar glass. Depois de bem amassados todos os ingredientes, envolvemos numa película e levamos ao frigorífico uma hora. Aconselho a repartir a massa em 2 ou 3 bocados, para que não se percam as qualidades da massa no procedimento seguinte.

Passado o tempo de refrigeração, colocamos na bancadam polvilhada com farinha, ou num papel de forno como diz a receita original, e estendemos a massa até obter uma espessura de 1/2. Usamos os corta bolachas e damos a forma que quisermos às nossas bolachas.
Pré aquecemos o forno a 160ºC e vamos colocando as nossas bolachas numa bandeja. Levamos ao forno durante 15 minutos, e que apenas fiquem com um ligeiro tom.

Retiramos do forno e deixamos arrefecer.
Depois de frias procedemos à montagem com o recheio que escolhemos. Depois de recheadas polvilhamos com açucar em pó.


Tenho por defeito provar tudo quando sai do forno, mas estas eram quase impossíveis. Resiti à tentação, mas assim que arrefeceram as primeiras, provei-as sem recheio, e já achei que eram boas. Depois de as ter recheado com o doce de morango e algumas com doce de leite, foi uma perdição. Até o Tomás me dizia: Mamã eu gosto! Pois com esta critíca estão mais do que aprovadas.



São ou não umas bolachas amorosas? Pois aparte de todos o ingredientes, foram feitas com muito amor e algum mau feitio à mistura! É que a meio das tantas a minha pequena cozinheira quis ajudar-me, e tornou-se numa tarefa complicada, tentar cortar as bolachas!

São servidos? Pois sirvam-se que eu preparo o chá!